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| teatro d@ oprimid@_CAM_NOVO DIA_UMAR |
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Os encontros para o desenvolvimento da oficina e das actividades com as utentes, teve início em 11/10/2011. O teatro Forum será apresentado no dia 10/12/2011. A oficina de teatro a ser desenvolvida junto das utentes da NOVO DIA, CAM, UMAR, tem como objectivos: Desenvolver a expressão corporal e verbal; Desenvolver a criatividade, autonomia e coesão de grupo; Identificar conflitos/opressões e promover a sua solução; Promover a assertividade; Promover o auto-conhecimento; Promover a prevenção de relações abusivas; Desmistificar mitos associados a abusos; Criar soluções diferentes (em grupo), para a resolução de um problema. ![]() O Teatro d@ Oprimid@ (TO) é uma metodologia de trabalho político, social e artístico e é um género teatral criado por Augusto Boal, encenador, dramaturgo e teatrólogo brasileiro. Bebendo as suas influências quer numa análise crítica sobre a evolução histórica do teatro, quer nos métodos pedagógicos de Paulo Freire, o TO propõe toda uma nova forma teatral que assenta na abolição da relação tradicional espectador/actor, para colocar no centro da prática dramática o espect-actor/actriz - não o/a espectador /a passivo, mas um interveniente na cena teatral. A base do TO é a exploração de situações de opressão e a valorização da capacidade criadora e criativa de todas as pessoas, em particular dos oprimidos. (Em, Do espectador ao espect-actor. Momentos do Teatro do oprimido em Portugal, de José Soeiro) O Teatro d@ Oprimid@ é teatro na acepção mais arcaica da palavra: todos os seres humanos são actores /actrizes porque agem, e espectadores, porque observam. Somos todos espect-actores/actrizes. (...) Creio que o teatro deve trazer felicidade, deve ajudar-nos a conhecermos melhor a nós mesmo e ao nosso tempo. O nosso desejo é o de melhor conhecer o mundo que habitamos, para que possamos transformá-lo da melhor maneira. O teatro é uma forma de conhecimento e deve ser também ser um meio de transformar a sociedade. Pode nos ajudar a construir o futuro, em vez de mansamente esperarmos por ele. (Em, Jogos para atores e não atores, de Augusto Boal)
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