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| 14ª Tarde de Igualdade |
| Acções CIPA |
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O CIPA tem vindo a desenvolver um plano de actividades nas várias áreas das igualdades de oportunidades e discriminações múltiplas. As Tardes de Igualdade têm sido uma ferramenta importante, que permite chegar a um leque diferenciado da população, fomentando a informação e o debate, tendo como objectivo a mudança de atitudes numa sociedade mais inclusiva.
No dia 12 de Outubro teve lugar mais uma tarde de igualdade onde foi debatido o tema: -Violência Contra o/aIdoso/a apresentado pela Dra. Helena Costa - Gestora da APAV Açores. ![]() A colaboradora e investigadora, Doutora Ângela Almeida elaborou uma exposição temática sobre a problemática do idoso na sociedade actual, da qual seleccionamos o artigo, Direitos dos Idosos - Princípios das Nações Unidas para o Idoso.
PRINCÍPIOS DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O IDOSO Resolução 46/91 Aprovada na Assembleia Geral das Nações Unidas 16/12/1991 INDEPENDÊNCIA Ter acesso à alimentação, água, moradia, a vestuário, à saúde, ter apoio familiar e comunitário. Ter oportunidade de trabalhar ou ter acesso a outras formas de geração de renda. Poder determinar em que momento deverá afastar-se do mercado de trabalho. Ter acesso à educação permanente e a programas de qualificação e requalificação profissional. Poder viver em ambientes seguros adaptáveis à sua preferência pessoal, que sejam passíveis de mudanças. Poder viver em sua casa pelo tempo que for viável. PARTICIPAÇÃO Permanecer integrado à sociedade, participar activamente na formulação e implementação de políticas que afectam directamente seu bem-estar e transmitir aos mais jovens conhecimentos e habilidades. Aproveitar as oportunidades para prestar serviços à comunidade, trabalhando como voluntário, de acordo com seus interesses e capacidades. Poder formar movimentos ou associações de idosos. ASSISTÊNCIA Beneficiar-se da assistência e protecção da família e da comunidade, de acordo com os valores culturais da sociedade. Ter acesso à assistência da saúde para manter ou adquirir o bem-estar físico, mental e emocional, prevenindo-se da incidência de doenças. Ter acesso a meios apropriados de atenção institucional que lhe proporcionem protecção, reabilitação, estimulação mental e desenvolvimento social, em um ambiente humano e seguro.
Ter acesso a serviços sociais e jurídicos que lhe assegurem melhores níveis de autonomia, protecção e assistência Desfrutar os direitos e liberdades fundamentais, quando residente em instituições que lhe proporcionem os cuidados necessários, respeitando-se sua dignidade, crença e intimidade. Deve desfrutar ainda o direito de tomar decisões quanto à assistência prestada pela instituição e à qualidade de sua vida. AUTO-REALIZAÇÃO Aproveitar as oportunidades para total desenvolvimento de suas potencialidades. Ter acesso aos recursos educacionais, culturais, espirituais e de lazer da sociedade. DIGNIDADE Poder viver com dignidade e segurança, sem ser objecto de exploração e maus-tratos físicos e/ou mentais. Ser tratado com justiça, independente da idade, sexo, raça, etnia, deficiências, condições económicas ou outros factores.
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